Peoplefy é finalista brasileira da Startup World Cup 2025

Ivan Fraga • August 8, 2025

Final nacional acontece em 8 de agosto, em Recife, e garante vaga na disputa global por US$ 1 milhão


A Peoplefy, plataforma de engajamento que une inteligência artificial, gamificação e recompensas via WhatsApp, foi selecionada como uma das oito finalistas brasileiras da Startup World Cup 2025, uma das maiores competições globais do ecossistema de inovação.


A final nacional será realizada nesta sexta-feira, 8 de agosto, em Recife (PE). A startup vencedora conquistará uma vaga na grande final mundial, marcada para o dia 17 de outubro, no Hilton Union Square, em San Francisco (EUA), concorrendo ao prêmio de US$ 1 milhão em investimento.


Sobre a Startup World Cup

Organizada pela Pegasus Tech Ventures, a Startup World Cup é considerada uma das principais vitrines globais para startups em estágio de crescimento. A competição realiza etapas em mais de 70 países, reunindo milhares de empresas promissoras todos os anos.


Finalistas brasileiras de 2025

As oito startups que disputarão a final nacional são:


Biofábrica – Soluções para combater a degradação dos recifes de coral.
IRISK – Plataforma de gestão automatizada de riscos e obrigações regulatórias.
Dana Agro – Tecnologia que reduz perdas na agricultura causadas por pragas e clima.
Luckie Tech – Monitoramento contínuo de pacientes oncológicos pediátricos.
MicroGene – Bioinsumos sustentáveis para aumentar a produtividade agrícola.
FlakeFlow – Plataforma no-code para automação de fluxos em pequenas empresas.
Super Nina – Ferramenta com IA para prevenir assédio e violência na mobilidade urbana.
Peoplefy – Plataforma de engajamento com IA, gamificação e recompensas via WhatsApp.


Um ano de conquistas para a Peoplefy.

A presença da Peoplefy entre os finalistas da competição marca mais um capítulo importante no ano de destaque da startup no cenário nacional. Em 2025, a empresa também:


Foi finalista brasileira do reality internacional "Meet the Drapers – Season 6", com apresentação ao investidor Tim Draper e sua família no Vale do Silício.


Entrou para o Top 30 do Prêmio Sebrae Startups 2025, entre mais de 3 mil empresas avaliadas.


Com mais de 60 clientes ativos em todo o Brasil, a Peoplefy tem se consolidado como referência na transformação de metas corporativas em jornadas gamificadas, usando o WhatsApp, canal presente em 97% dos smartphones brasileiros.


A plataforma permite que empresas de todos os tamanhos motivem seus colaboradores por meio de desafios, reconhecimento e prêmios, de maneira automatizada, intuitiva e escalável.



Por Douglas Riu 19 de janeiro de 2026
Douglas Riu aqui. Em tempos de NRF, fala-se muito de inovação com tecnologia.. IA, visão computacional, mapa de calor nas lojas. É inevitável, o mundo mudou, porém sabemos que o básico bem feito ainda funciona muito no varejo brasileiro e a primeira coisa que vem na mente: pessoas. No ano passado, participei de uma palestra do Thiago Varejo https://www.instagram.com/thiago.varejo/ no evento da comunidade Bora Varejo https://www.instagram.com/boravarejo/ , idealizado pelo Alfredo Soares (G4 Educação). Saí de lá com uma certeza incômoda e extremamente valiosa: o maior problema do varejo não é falta de cliente. É falta de engajamento, liderança e execução no dia a dia. Neste artigo, compartilho os principais aprendizados que tirei dessa palestra e como eles ajudam a pensar o varejo de forma mais prática, especialmente olhando para 2026 e além. O varejo não sofre por falta de tráfego. Sofre por falhas internas. Durante anos, o discurso foi: “precisamos de mais clientes” “precisamos bombar no Instagram” “precisamos investir mais em marketing” Mas a realidade do chão de loja é outra. O varejo quebra quando: o time não está engajado o gerente não sabe liderar a estratégia não vira comportamento diário Marketing não salva operação desorganizada. A falha invisível está no nível tático: os gerentes Um dos pontos mais fortes da palestra foi mostrar onde o varejo realmente trava. Não é: nem no dono (estratégia) nem no vendedor (execução) É no gerente. O gerente deveria: traduzir a estratégia em rotina acompanhar metas desenvolver pessoas sustentar a cultura Mas, na prática, muitos gerentes nunca foram preparados para liderar. Foram promovidos por desempenho técnico, não por capacidade de gestão. As eras do varejo e onde estamos agora O Thiago trouxe uma leitura simples, mas poderosa: Era do produto Era do preço Era da experiência Era do digital Era da inteligência relacional Hoje, o diferencial competitivo está em: relacionamento gestão de pessoas consistência cultura viva Quem ainda acha que só rede social resolve está atrasado. Engajamento não nasce de discurso. Nasce de rotina. Um erro comum no varejo é confundir motivação com engajamento. Palestra motiva por um dia Dinâmica anima por uma semana Bônus pontual resolve por um mês Engajamento de verdade nasce da repetição. É aqui que a gamificação faz sentido. Não como brincadeira, mas como sistema. Gamificação funciona porque: cria rituais dá visibilidade ao progresso transforma metas em desafios reconhece esforço, não só resultado final Cultura não é missão na parede. É o que se repete toda semana. Cultura organizacional não é: um quadro bonito um slide no onboarding um discurso do dono Cultura é: o que se mede o que se cobra o que se reconhece o que se celebra Gamificação ajuda a tirar a cultura do discurso e colocar na prática, porque: deixa claro o que importa torna o comportamento visível reforça hábitos positivos diariamente Metas mensais desmotivam. Metas curtas engajam. Outro aprendizado forte: Metas longas geram: procrastinação sensação de “já perdi” queda de engajamento no meio do mês Metas curtas (semanais): criam urgência permitem ajustes rápidos aumentam a sensação de progresso Quando metas viram missões, com níveis e reconhecimento progressivo, o jogo muda. Vendedores não precisam de cobrança. Precisam de clareza. Muitos vendedores não performam melhor porque: não entendem seus números não sabem onde estão errando não enxergam o quanto estão deixando de ganhar Gamificação ajuda porque: torna indicadores visuais mostra progresso em tempo real transforma métricas em objetivos claros Quando o vendedor enxerga o impacto do esforço, o comportamento muda sem grito. Reconhecimento vale mais do que aumento salarial Para a nova geração: salário é o básico reconhecimento é o diferencial pertencimento é o que retém Gamificação permite reconhecer: constância evolução esforço colaboração Não apenas “quem ficou em primeiro”. Isso reduz conflito interno e aumenta a percepção de justiça. Treinar não é falar. É praticar até virar hábito. Outro ponto crítico: “Eu explico, explico… e o time não faz.” Explicar não é treinar. Treinamento eficiente: é prático é repetido cria automatismo vira hábito Gamificação ajuda porque cria ambiente de prática contínua, não aprendizado pontual. Gamificação não é infantilização. É estratégia de gestão. Quando bem aplicada, gamificação: não infantiliza não distrai não tira foco do resultado Ela organiza o comportamento humano em torno do que importa Por isso é usada para: vendas produtividade engajamento cultura retenção Onde a Peoplefy entra nisso tudo? A Peoplefy nasce exatamente desse problema: 👉 transformar estratégia em comportamento diário. Ela conecta: metas claras rituais recorrentes desafios bem definidos reconhecimento constante visibilidade de progresso Tudo isso sem depender de: cobrança excessiva planilhas manuais discursos vazios Conclusão: varejo em 2026 é sobre gente bem liderada O varejo não precisa de mais pressão. Precisa de mais engajamento estruturado. Gamificação não é sobre jogo. É sobre criar um ambiente onde as pessoas querem jogar. Porque no fim do dia: empresas crescem quando pessoas bem lideradas fazem o certo todos os dias.
Por Ivan Fraga 12 de dezembro de 2025
Um aprendizado prático do workshop da Peoplefy com Eduardo Junqueira - Bricks Logix