Peoplefy no CASE 2025: Conectando Inovação, Impacto e Oportunidades
Ivan Fraga • November 18, 2025
Peoplefy marca presença como expositora no CASE 2025.

Peoplefy no CASE 2025: Conectando Inovação, Impacto e Oportunidades
Em novembro, a Peoplefy
marcará presença em um dos eventos mais importantes do ecossistema de startups no Brasil: o CASE 2025, organizado pela ABStartups. Essa conferência anual agora em sua 12ª edição se consolida como um ponto de encontro para empreendedores, investidores, corporações e talentos que compartilham a paixão por inovação.
Por que o CASE 2025 é tão relevante?
- O evento acontece nos dias 27 e 28 de novembro, no campus da ESPM, em São Paulo.
- É esperado um público qualificado e engajado: mais de 50 mil visitantes segundo a organização.
A programação traz grandes nomes do ecossistema de startups, com fundadores que cruzaram a marca de R$ 100 milhões em faturamento.
Haverá trilhas de conteúdo diversas, incluindo temas como inteligência artificial, modelos de negócio B2B, estratégia de go-to-market e debates sobre o marco legal das startups.
Além disso, o evento conta com mentorias presenciais e rodadas de investimento, oferecendo oportunidades reais para startups se conectarem com investidores.
Durante todo o evento, será realizada a tradicional premiação Startup Awards, um reconhecimento importante no ecossistema nacional.
A presença da Peoplefy no CASE 2025
Para a Peoplefy, estar presente no CASE 2025 representa mais do que visibilidade: é uma oportunidade estratégica para fortalecer laços, demonstrar nossa proposta de valor e escalar nosso impacto no ecossistema. Como expositores, teremos:
- Um stand dedicado, onde mostraremos as soluções da Peoplefy para RH, cultura organizacional, engajamento de times e desenvolvimento humano dentro de empresas.
- Uma equipe preparada para conversar com fundadores de startups, investidores, líderes corporativos e talentos, apresentando como nossa plataforma pode apoiar o crescimento deles.
- Materiais exclusivos e demonstrações ao vivo, para que os visitantes possam entender na prática como a Peoplefy cria valor por meio de reconhecimento, microdesafios, feedback contínuo e métricas de desempenho humano.
Além disso, ao participar do CASE, reforçamos o nosso compromisso com sustentabilidade e inovação, valores centrais da Peoplefy. Estaremos abertos a novas parcerias, colaborações e, claro, a construir pontes com outros agentes do ecossistema que querem impactar positivamente suas equipes.
Um convite especial para você:
Se você está indo ao CASE 2025, não deixe de visitar o stand da Peoplefy! Será um prazer te receber, bater um papo sobre os desafios de cultura nas empresas e mostrar como nossa plataforma pode transformar a forma como times se desenvolvem e colaboram. Traga suas ideias, dúvidas e aspirações estamos prontos para dialogar, inspirar e cocriar o futuro.
Nos vemos lá! 🚀

Douglas Riu aqui. Em tempos de NRF, fala-se muito de inovação com tecnologia.. IA, visão computacional, mapa de calor nas lojas. É inevitável, o mundo mudou, porém sabemos que o básico bem feito ainda funciona muito no varejo brasileiro e a primeira coisa que vem na mente: pessoas. No ano passado, participei de uma palestra do Thiago Varejo https://www.instagram.com/thiago.varejo/ no evento da comunidade Bora Varejo https://www.instagram.com/boravarejo/ , idealizado pelo Alfredo Soares (G4 Educação). Saí de lá com uma certeza incômoda e extremamente valiosa: o maior problema do varejo não é falta de cliente. É falta de engajamento, liderança e execução no dia a dia. Neste artigo, compartilho os principais aprendizados que tirei dessa palestra e como eles ajudam a pensar o varejo de forma mais prática, especialmente olhando para 2026 e além. O varejo não sofre por falta de tráfego. Sofre por falhas internas. Durante anos, o discurso foi: “precisamos de mais clientes” “precisamos bombar no Instagram” “precisamos investir mais em marketing” Mas a realidade do chão de loja é outra. O varejo quebra quando: o time não está engajado o gerente não sabe liderar a estratégia não vira comportamento diário Marketing não salva operação desorganizada. A falha invisível está no nível tático: os gerentes Um dos pontos mais fortes da palestra foi mostrar onde o varejo realmente trava. Não é: nem no dono (estratégia) nem no vendedor (execução) É no gerente. O gerente deveria: traduzir a estratégia em rotina acompanhar metas desenvolver pessoas sustentar a cultura Mas, na prática, muitos gerentes nunca foram preparados para liderar. Foram promovidos por desempenho técnico, não por capacidade de gestão. As eras do varejo e onde estamos agora O Thiago trouxe uma leitura simples, mas poderosa: Era do produto Era do preço Era da experiência Era do digital Era da inteligência relacional Hoje, o diferencial competitivo está em: relacionamento gestão de pessoas consistência cultura viva Quem ainda acha que só rede social resolve está atrasado. Engajamento não nasce de discurso. Nasce de rotina. Um erro comum no varejo é confundir motivação com engajamento. Palestra motiva por um dia Dinâmica anima por uma semana Bônus pontual resolve por um mês Engajamento de verdade nasce da repetição. É aqui que a gamificação faz sentido. Não como brincadeira, mas como sistema. Gamificação funciona porque: cria rituais dá visibilidade ao progresso transforma metas em desafios reconhece esforço, não só resultado final Cultura não é missão na parede. É o que se repete toda semana. Cultura organizacional não é: um quadro bonito um slide no onboarding um discurso do dono Cultura é: o que se mede o que se cobra o que se reconhece o que se celebra Gamificação ajuda a tirar a cultura do discurso e colocar na prática, porque: deixa claro o que importa torna o comportamento visível reforça hábitos positivos diariamente Metas mensais desmotivam. Metas curtas engajam. Outro aprendizado forte: Metas longas geram: procrastinação sensação de “já perdi” queda de engajamento no meio do mês Metas curtas (semanais): criam urgência permitem ajustes rápidos aumentam a sensação de progresso Quando metas viram missões, com níveis e reconhecimento progressivo, o jogo muda. Vendedores não precisam de cobrança. Precisam de clareza. Muitos vendedores não performam melhor porque: não entendem seus números não sabem onde estão errando não enxergam o quanto estão deixando de ganhar Gamificação ajuda porque: torna indicadores visuais mostra progresso em tempo real transforma métricas em objetivos claros Quando o vendedor enxerga o impacto do esforço, o comportamento muda sem grito. Reconhecimento vale mais do que aumento salarial Para a nova geração: salário é o básico reconhecimento é o diferencial pertencimento é o que retém Gamificação permite reconhecer: constância evolução esforço colaboração Não apenas “quem ficou em primeiro”. Isso reduz conflito interno e aumenta a percepção de justiça. Treinar não é falar. É praticar até virar hábito. Outro ponto crítico: “Eu explico, explico… e o time não faz.” Explicar não é treinar. Treinamento eficiente: é prático é repetido cria automatismo vira hábito Gamificação ajuda porque cria ambiente de prática contínua, não aprendizado pontual. Gamificação não é infantilização. É estratégia de gestão. Quando bem aplicada, gamificação: não infantiliza não distrai não tira foco do resultado Ela organiza o comportamento humano em torno do que importa Por isso é usada para: vendas produtividade engajamento cultura retenção Onde a Peoplefy entra nisso tudo? A Peoplefy nasce exatamente desse problema: 👉 transformar estratégia em comportamento diário. Ela conecta: metas claras rituais recorrentes desafios bem definidos reconhecimento constante visibilidade de progresso Tudo isso sem depender de: cobrança excessiva planilhas manuais discursos vazios Conclusão: varejo em 2026 é sobre gente bem liderada O varejo não precisa de mais pressão. Precisa de mais engajamento estruturado. Gamificação não é sobre jogo. É sobre criar um ambiente onde as pessoas querem jogar. Porque no fim do dia: empresas crescem quando pessoas bem lideradas fazem o certo todos os dias.


